Raínha,
Tua voz esquenta meu sangue
Quando congelado...oiço-te
Re-esquento-me, re-alimento meu ser
Todas buscamos alguém que cuide de nós
Alguém especial
Alguém que nos faça vibrar com um simples olhar
Raínha,
somos apaixonadas
apaixonadas pela vida
pelas letras quentes
apaixonadas
nossos sentimentos puros são
nossas juras profundas
nossos beijos eternos
nossos olhares doídos
doídos por amarmos forte
doídos por querer
nosso homem sempre ao lado
querendo ao rubro
somos sinceras
somos rigorosamente nós
Viva Raínha
Viva Mulher.
Ivone SoaresDedicado aos sentimentos de mulher
de Lizha James, Raínha do Raga.
Uma vez Raínha, sempre Raínha!
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
À Lizha James
Posted by
Ivone Soares
at
1/22/2008 10:31:00 AM
0
comments
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
A dança que não dançamos
Tesouro, quero contigo bailar
Quero, tesouro, quero contigo voar
Tu que nunca me convidas pra bailar
Tu que nunca vês as horas que ti requebro...sempre em pensamento
Tesouro, quando pensas em mim
Saiba ser reflexo dos meus por ti
Hey...ópio, otil, meu sol
rasto de nós abraço em cada bela canção
Quero bailar neste instante
Instante que febre tens
instante que horizontamos
só nós
Tu que nunca me levas a bailar
Tu que sinto em mim agora
Teu tacto afastando minhas coxas...relembro
reamo ao quadrado
requero raíz quadrada de mim
presumo que sentes quão gulosa estou
Futuro que tudo começou
Quando penso em ti venho-me
Se queres
Se me queres
Verdadeiramente se queres...digo-te
escuto Iglesias...HEY...
Querote!
Ivone Soares
Posted by
Ivone Soares
at
1/21/2008 09:53:00 PM
7
comments
Meu Bruxo...meu Dengue
Estou chovendo torrencialmente
saudades de ti
Estou neste momento, recém chegada da longa viagem
feliz
penso-te
pensei-te
tive-te sempre em mim
Quis olhar-te nos olhos
profundamente
Quis beijar-te
meus beijos dei-te sim
Sei que os sentiste
Sei...sei
Deixa que te leve pro horizonte
Não precisas de sumauma, não precisas
Não precisas fumegar teus pulmões
Não precisas
Precisas sim de mim em ti
Precisas sim de tomar-me nos braços
Não deixes de olhar-me como olhas
Com sede de mim
Com arrepios por sentir-me a pele
Com cócegas por sentires meus dedos
Não deixes de querer-me
Não deixes de sonhar-me
Alma-me
Nossas almas amam-se
na surdina da calada dos dias- madrugada
Se quiseres ir a algum lugar distante
Se quiseres toma minha direcção
Vem pra mim
Sou sumauma das maçanicas minúsculas
Sou tua sim
Única...apenas nós
Tenho saudades.
Ivone Soares
Posted by
Ivone Soares
at
1/21/2008 07:14:00 PM
7
comments
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
Quando o stress toma conta de nós
Suruma acabou, ouvi uma, duas vezes
Não te permito a terceira
Suruma não acaba assim
Suruma deixa a pessoa sumaumada
Sumauma real não anda a moda tartaruga
Sumauma é fogo
Sumauma é tesão
Sumauma avassala, arrasa, parece tsunami
Sumauma que acaba nunca existiu
Sumauma que dura pouco era como palito aceso
Sumauma que eu sinto não tem extintor capaz de apagar
Sumauma que eu tenho eterniza-te
Sumauma que eu quero você não conhece
você não sabe
você ignora
Sumauma que acaba não é essa que quero
não é essa que preciso
não é essa que te dou
Sumauma que vejo é invisível
só se sente
só se sorve
só se fareja
Sumauma que acaba
entristece
dói
magoa
choca
traumatiza
antes esquarteja-me
antes espanca-me
antes insulta-me
depois recola-me
depois remenda-me
depois diz-me
AMOTE.
Surumada de ti sinto-me
Surumadas estão minhas entranhas
Surumadas estão aquelas maçanicas que, na terra que te viu lá passear, comeste
Surumadas minhas mãos estão neste momento
trémulas
suadas
fogosas
tudo quebram
tudo pedem
a ti tocam e acalmam teu ser confuso
vamos dormir!
Ivone Soares
Posted by
Ivone Soares
at
1/11/2008 12:04:00 AM
6
comments
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Meu fogo vulcânico
Deixa-me dar-te do meu caldo
Deixa-me levar-te às estrelas longíquas cuja rota só eu sei
Deixa-me matar tua sede de minha alma
Deixa-me levar-te ao horizonte
Deixa-me fazer-te homem
Deixa-me desvirginar teus sentidos
Deixa-me que te endi-abre com meu fogo vulcânico
Deixa-me amordaçar-te os lábios quentes que provei
Deixa-me acorrentar-te a mim
Deixa-me ser-te
Minhas maçanicas estão rijas
Querem-te
Viste-as chamarem-te
Viste-as suplicarem por mais uma linguadela
Viste-me...nádegas firmes ardendo de desejo do teu toque
Deixa-me doidar-te.
Ivone Soares
Posted by
Ivone Soares
at
1/03/2008 09:54:00 PM
8
comments
sábado, 22 de dezembro de 2007
Magia nas dunas de ti
O primeiro beijo que trocamos
foi como que magia
os sonhos com teu corpo
são sedutores e quentes
sonhos molhados pelo Umbeluzi
o mesmo Umbeluzi meu vizinho
há magia em ti!
Há algo inesplicável que me atrai
há algo indiscretível que me fascina
em ti...há magia
Nas dunas do teu corpo quero sim...perder-me
quero sim...quero
nas dunas de ti quero habitar
teu olhar é tão doce quanto fogoso
quero perder-me em ti
duna mágica quero habitar-te
ser-te como alguém disse algures
ser-te sendo-me
permita-me habitar-te
permita-me aceitar tua magia
Penso na magia das dunas em ti...sinto-te
escorpiando-me.
Ivone Soares
Posted by
Ivone Soares
at
12/22/2007 11:53:00 PM
7
comments
Dona
Minha pele cheira, hoje, a ti DKNY
Adoro teu aroma, adoro tua essência
Adoro vestir-te na minha pele que tanto tocas
Dona és sem dúvida uma maravilha
És sem dúvida sedutora
Sabes a maçã verde como gosto
Hoje louvo-te
Divina és
Divino tornas meu ser.
Obrigada por existires DKNY
Obrigada por seres deliciosa.
Ivone Soares
Posted by
Ivone Soares
at
12/22/2007 11:44:00 PM
2
comments
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
Meu diamante és
Não quebre meu coração se minha alma queres
Não quebre meus sonhos se nele habitas
Não quebre minhas fantasias porque te buscam
És o diamante mais lindo que já ganhei
Aprenderemos a caminhar por estes caminhos tortuosos.
Que te espero nas madrugadas-dia sabes
Avizinho-me do teu palácio
Espreito-te
E lá na moita te sinto
Nossos gemidos multiplicam-se em mim
Nossos desejos nunca subtraídos
Nossos corpos imploram-se
Nestes tortuosos caminhos
caminhamos
mãos dadas quase que dançando
Em uníssono ouve-se
Feitos um pr'outro
E grito, gritas...juntos gritamos
anunciando a primavera.
Inverno nunca mais
quando nossos corpos arderem.
Ivone Soares
Posted by
Ivone Soares
at
12/19/2007 03:53:00 PM
6
comments
Se quero
Quero estar em casa
Hoje dia frio, tudo pessimamente correndo
Quero estar em casa.
Tomo meu banho caldo
Coloco minha vestalha quente
Solto a carapinha
Refresco meu ser com meus aromas preferidos
Quero apenas estar em casa
Esquecer este bruto dia
Esquecer o mundo lá fora
Esquecer...
Em minha casa faz sol
Em minha casa reina a paz
Em minha casa toda dor some
Esta minha máquina, companheira de todos momentos
trair-me...jamais
Amanhã novo dia virá
Certa estou
novo dia virá
E tu...meu fiel amor
estarás em paz comigo
Amanhã é esperança
Amanhã é sonho de estar-te
Amanhã...
ah se quero o amanhã
pra passar por baixo do sol
pra não fome sentir
não tristeza abraçar
apenas ter-te...amanhã.
Ivone Soares
Posted by
Ivone Soares
at
12/19/2007 03:20:00 PM
2
comments
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Noites infinitas
Amo estar no escuro do dia
contigo meu último sobrevivente
tu que me tiras o fôlego
tu que me tomas os melhores anos da vida
tu que fazes minhas noites infinitas
quero dizer que me sendo
as noites de insónia somem
Nestes melhores momentos das nossas vidas
aperto-te forte
pra eternizar os nossos momentos
pra eternizar as noites do dia
cada dia pesco milagrosamente
pedaços de ti em mim
cada dia conheço-te
cada dia sinto-te
cada dia em ti penso
cada dia estás como semente em mim
cada dia, tesouro, cada dia
como uma pesca milagrosa
amo-te meu pescado.
Ivone Soares
Posted by
Ivone Soares
at
12/17/2007 07:37:00 PM
5
comments
sábado, 15 de dezembro de 2007
Sonho longíquo
Era não uma vida, mas um sonho
desaparecerá assim
enquanto procuro a mão
enquanto procuro enroscar-me mais
enquanto tento adormentar-me
perco sono.
Não sabia afastar-te
não sabia repelir-te
o nosso sonho tesouro
simplicava a nossa vida
delícia que és vejo-te em mim
quero contar um antes e dois depois
quero contar esse
súbito amor
e guardo o sonho comigo
no lugar que nosso é
o horizonte.
Ivone Soares
Posted by
Ivone Soares
at
12/15/2007 03:59:00 PM
6
comments
Buscando felicidade
A ânsia de crescer e aprender faz com que voe
com que voe buscando a felicidade
buscando que o tempo passe com o tempo
buscando sonhos de vencedora
sonhos que me unifiquem
sonhos que nos unifiquem
antes temia a felicidade
é como o futuro... atingimos e torna-se presente.
Felicidade é o que tenho agora, felicidade é o que sei agora
felicidade é ser deste meu tamanho
felicidade é não mais recuar,
felicidade é ter tempo e coragem para caminhar
caminhar para a felicidade
felicidade és tu
Ivone Soares
Posted by
Ivone Soares
at
12/15/2007 03:47:00 PM
2
comments
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
kama Sutra com meus pensamentos
Poemas fazem-nos nunca estarmos sozinhos,
Poemas fazem-nos passar o tempo,
transcorrer nossas idéias fortemente rabiscadas
Este meu coração não quer apenas a voz do amor, quer liberdade de voar e cantar o amor.
Minhas palavras são verdadeiras,
quero-te sempre comigo,
posso até deixar o tempo andar como anda
mas crio amor com pensamentos
faço amor com meus pensamentos
faço-o agora
Amanhã certamente o dia será outro
terei novas formas de kama sutra na alma
tatuantes para nunca sair
o dia amanhã será rosado
meu coração pula de muito amor para dar
ao mundo dará
mundo este nosso.
Ivone Soares
Posted by
Ivone Soares
at
12/13/2007 10:10:00 PM
37
comments
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Vinicius de Moraes
Não vi outra caixinha. Deixo aqui mesmo o Vinicus, como prenda de Natal. Agry
Mensagem à Poesia
Vinicius de Moraes
Não posso
Não é possível
Digam-lhe que é totalmente impossível
Agora não pode ser
É impossível
Não posso.
Digam-lhe que estou tristíssimo, mas não posso ir esta noite ao seu encontro.
Contem-lhe que há milhões de corpos a enterrar
Muitas cidades a reerguer, muita pobreza pelo mundo.
Contem-lhe que há uma criança chorando em alguma parte do mundo
E as mulheres estão ficando loucas, e há legiões delas carpindo
A saudade de seus homens; contem-lhe que há um vácuo
Nos olhos dos párias, e sua magreza é extrema; contem-lhe
Que a vergonha, a desonra, o suicídio rondam os lares, e é preciso
reconquistar a vida
Façam-lhe ver que é preciso eu estar alerta, voltado para todos os caminhos
Pronto a socorrer, a amar, a mentir, a morrer se for preciso.
Ponderem-lhe, com cuidado – não a magoem... – que se não vou
Não é porque não queira: ela sabe; é porque há um herói num cárcere
Há um lavrador que foi agredido, há um poça de sangue numa praça.
Contem-lhe, bem em segredo, que eu devo estar prestes, que meus
Ombros não se devem curvar, que meus olhos não se devem
Deixar intimidar, que eu levo nas costas a desgraça dos homens
E não é o momento de parar agora; digam-lhe, no entanto
Que sofro muito, mas não posso mostrar meu sofrimento
Aos homens perplexos; digam-lhe que me foi dada
A terrível participação, e que possivelmente
Deverei enganar, fingir, falar com palavras alheias
Porque sei que há, longínqua, a claridade de uma aurora.
Se ela não compreender, oh procurem convencê-la
Desse invencível dever que é o meu; mas digam-lhe
Que, no fundo, tudo o que estou dando é dela, e que me
Dói ter de despojá-la assim, neste poema; que por outro lado
Não devo usá-la em seu mistério: a hora é de esclarecimento
Nem debruçar-me sobre mim quando a meu lado
Há fome e mentira; e um pranto de criança sozinha numa estrada
Junto a um cadáver de mãe: digam-lhe que há
Um náufrago no meio do oceano, um tirano no poder, um homem
Arrependido; digam-lhe que há uma casa vazia
Com um relógio batendo horas; digam-lhe que há um grande
Aumento de abismos na terra, há súplicas, há vociferações
Há fantasmas que me visitam de noite
E que me cumpre receber, contem a ela da minha certeza
No amanhã
Que sinto um sorriso no rosto invisível da noite
Vivo em tensão ante a expectativa do milagre; por isso
Peçam-lhe que tenha paciência, que não me chame agora
Com a sua voz de sombra; que não me faça sentir covarde
De ter de abandoná-la neste instante, em sua imensurável
Solidão, peçam-lhe, oh peçam-lhe que se cale
Por um momento, que não me chame
Porque não posso ir
Não posso ir
Não posso.
Mas não a traí. Em meu coração
Vive a sua imagem pertencida, e nada direi que possa
Envergonhá-la. A minha ausência.
É também um sortilégio
Do seu amor por mim. Vivo do desejo de revê-la
Num mundo em paz. Minha paixão de homem
Resta comigo; minha solidão resta comigo; minha
Loucura resta comigo. Talvez eu deva
Morrer sem vê-Ia mais, sem sentir mais
O gosto de suas lágrimas, olhá-la correr
Livre e nua nas praias e nos céus
E nas ruas da minha insônia. Digam-lhe que é esse
O meu martírio; que às vezes
Pesa-me sobre a cabeça o tampo da eternidade e as poderosas
Forças da tragédia abastecem-se sobre mim, e me impelem para a treva
Mas que eu devo resistir, que é preciso...
Mas que a amo com toda a pureza da minha passada adolescência
Com toda a violência das antigas horas de contemplação extática
Num amor cheio de renúncia. Oh, peçam a ela
Que me perdoe, ao seu triste e inconstante amigo
A quem foi dado se perder de amor pelo seu semelhante
A quem foi dado se perder de amor por uma pequena casa
Por um jardim de frente, por uma menininha de vermelho
A quem foi dado se perder de amor pelo direito
De todos terem um pequena casa, um jardim de frente
E uma menininha de vermelho; e se perdendo
Ser-lhe doce perder-se...
Por isso convençam a ela, expliquem-lhe que é terrível
Peçam-lhe de joelhos que não me esqueça, que me ame
Que me espere, porque sou seu, apenas seu; mas que agora
É mais forte do que eu, não posso ir
Não é possível
Me é totalmente impossível
Não pode ser não
É impossível
Não posso.
Obrigada Agry.
Posted by
Ivone Soares
at
12/11/2007 08:16:00 AM
0
comments
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
ACREDITA
Passou da conta o desejo de te estar
Passou da conta o anseio de te ser
Passou da conta o magnetismo que me impele pros teus lábios
Dizer-te QueroTe
DesejoTe
PensoTe
SintoTe
SonhoTe
pouco seria
DisseTe... DigoTe...& Direi sempre
SouTe
SouTe como as mangas da mangueira
como as folhas dos ramos
como o caule das raízes
como essência de ti
Amor nenhum se iguala ao presente
Passado nenhum me esquenta o corpo, a alma
Juro honesta Te sou...honestamente QueroTe
Acredita,
Acredita seres
Não um troféu
Mas... uma chamada pra vida
uma vera chamada pro horizonte.
Ivone Soares
Posted by
Ivone Soares
at
12/10/2007 09:42:00 PM
4
comments
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Falhada?
Falha sempre tudo
Não acerta, não agrada, não sabe exteriorizar...
a menina que conheces é assim
Tentada a dizer QUERO-TE
entrou mal
Esbarrou-se na confusão de si
Melosa ficou
Há portas fechadas?
sofrida por não agradar
magoada de si mesma
desabafa
QUERIA DIZER...QUERO-TE!
Mas não soube
QUERIA DIZER...SOU-TE
Mas não soube
QUERIA DIZER...DESEJO-TE
Mas não disse?
Disse sim, e sabes
Disse hoje, antes...faz minutos.
Lê-me como sou...
complicada? Atrapalhada? Introvertida?
Nada disso...nada sou, nada quero, nada desejo
Neste instante sente apenas
Neste instante lê-me apenas
Neste instante
Sofrida está
Querendo-te
Não mais falo de tua gruta Catullo
Vou pra minha ilha
Aquela que nem conheço
em Moçambique situada.
Ivone Soares
Posted by
Ivone Soares
at
12/05/2007 09:48:00 PM
8
comments
Nossa história
Quero partilhar nossa história com o mundo
Em viva voz declarar, uma, duas, infinitas vezes
SOU-TE!
Hoje, olhando pr'esta vi
Vi quão profunda,
quão terna, quão doce e apetecida é nossa história.
Outras são desvendadas como le grotte di Catullo
a majestosa residência que, hoje, neste cantinho exponho
certamente, tesouro, foi palco de cenas inesquecíveis
Nem o tempo apagou,
Nem nós vivenciamos,
Nem aceitaram um Adeus
Nós assim somos
inapagáveis pelo tempo
mesmo se nem nos sexuando
Tesouro
Passem os segundos que passarem...milhares
Repenso-te, ao quadrado
Passem os verões que passarem
firme estamos
Juntos... Sedosas peles grudadas
Tesouro
É-te fácil sentir-me
o mundo sabe que me tacteas
que me és
que te sou
o mundo conspira
quer-nos
tão sedentos de nós estamos
tão repleta de ti me vejo
tão meigo me és
Na gruta de Catullo amor se faz
amor se sente
amar se quer
Amanhã ao botar minha boca em ti
saberás... é tua
sou-te...sempre serei
Na nossa gruta esta secreta habito-te
Tesouro acasos surgem
Não vem a caso...mas surgem
Quando tocaste minha menina
Quando beijaste minha coxa esquerda
Quando roçaste meus pontos
Sabia a café da manhã no leito
Não mais um enigma... sou-te
Sou-te sal, mel, cinza, costela,
sou-te caverna na berma da estrada de ti
Sou Umbeluzi
Ivone Soares
Posted by
Ivone Soares
at
12/05/2007 08:39:00 PM
2
comments
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Pra ti meu Rei
Impelida pros teus cantos sinto-me
teu encanto maior tesouro
é teu ser em mim
viciada de ti sinto-me
e a cada instante este diabinho
que em mim vive
quer-te...chama-te...a ti empurra-me
os mil beijos que prometi
estão-te chegando...lenta, mas docemente
contarás o beijo mil...neste espaço testemunharão
nosso enlance, ontem, desenlaçado
se falassem nossa língua
os visitors
não mais diriam que não vens
tenho-te sim...
Escorpiaste-me com teus lábios
tuas mãos firmes, doces, quentes como sei
quero não mais teu rock em mim,
mas teu JAZZ
Tesouro...
espermada fiquei não ficando
sede mataste de amar
nestas linhas desencontradas rabisco
sabes porquê?
porque mulatinhos doces fortes nela nascem
fruto de ti em mim
espermado vi-te...ahhh, ainda te sinto
fogoso como o sol que te rodeia quando a mim te dás
sabes, banhada estou, excitada, a ti entregue...sim...completamente
Ivone Soares
Posted by
Ivone Soares
at
12/03/2007 09:36:00 PM
2
comments
domingo, 2 de dezembro de 2007
Escorpiando-te
Não acreditarias se dissesse que picada de ti estou
fundo tão profundo quanto as profundezas do Umbelúzi
Aquele Umbelúzi meu vizinho nas terras que irás conhecer
Se te falasse que és escorpião...sim meu signo fogoso te vinhas...ah se vinhas!
Conheci tua língua, teu indicador, teu general,
mas antes sofri alguém dizia que não virias...mas achei-te em mim
profundo, meigo, tão doce como só tu.
Sabes, hoje ao olhar-te o pé
sensações loucas de doida varrida vieram espreitar meus pensamentos
sou duas numa, esta e aquela que não conheces ainda...ta darei,
não hoje, não amanhã...mas naquele dia que tu inventaste: o breve.
Se eu te contasse, quão estremecida estou, saberias que t' (a)guardo
naquele lugar onde só minha mangueira sabe
ah! minto...alguém mais sabe...TU!
Ivone Soares
Posted by
Ivone Soares
at
12/02/2007 04:35:00 PM
4
comments
























